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sábado, 26 de julho de 2014

Capitulo 22 ULTIMO CAPITULO

2 meses depois...

 Estava jogado no chão jogando video game com JR, comíamos porcaria e falávamos palavrão.

- Ai caralho, homenzinho do inferno. - Ele reclamou. 
- Esses bostas tão de zuação.
- Merda! Preciso ir me arrumar. - JR olhou no relógio. 
- Vai mesmo na casa dela?
- Vou. - Ele disse tudo cheio de si.
- Vai tomar banho. Vou continuar jogando.

 Ele foi e eu joguei por mais uns minutos, depois fui pro quarto.

- Acorda amorinha bochechuda. - Falei e Lua me olhou. - Não secou o cabelo amor.
- To com preguiça.
- Vai pegar gripe. Senta ai que eu seco. 

 Peguei o secador e sequei o cabelo de Lua, ela estava meio emburradinha depois que tomou banho e se viu no espelho nua e notou umas estrias na cintura. Vai entender essas mulheres, são apenas estrias cara. Terminei de secar e ela me olhou toda bicuda.

- O que foi?
- Faz trança? 
- Larga?
- Uhum, pra não me machucar.

 Trancei o cabelo dela, e a campainha tocou. 

- Vou la atender. - Disse.
- Ta bom. - Ela deitou e eu sorri vendo aquela coisa pequena barriguda com bico. 

 Fui atender, quando abri a porta dei de cara com a Isobel.

- Ei banana. - Eu sorri e ela pulou em mim me abraçando.
- thur! 
- Ishi o que aconteceu?
- Estava com saudades!
- Fui visitar vocês a 3 dias.
- Acho que é os hormônios. - ela piscou com os olhinhos brilhando. - Me leva no parque?
 
 Estranhei, ela costumava a sair sozinha a alguns meses, diz ela ser uma mocinha.

- Ué, por que raios isso?
- eu estou com saudades thur. 
- Okay. Mas tenho que levar a Lua, ela não pode ficar sozinha.
- Eu espero. - Se sentou no sofá. 

 Fui pro quarto chamando lua.

- O que?
- Vamos sair bebezão. Se troca.
- Eu não quero sair.
- Vai ser bom amor. Isobel quer que eu a leve no parque.
- Eu vou ficar sentada quietinha.
- Ta bom.

 Ela se trocou e saímos. Lua se sentou no banco e eu fui empurrar Isobel no balanço. 

- você quer me contar agora o que acontece?
- Mamãe me disse que agora que você tem família não vai ficar mais tanto tempo comigo.
- Você sabe que a mamãe é meio xarope. 
- Promete pra mim thur? Que mesmo com a Bebê vindo eu vou continuar sendo sua princesinha? 

 Parei o balanço e ela se assustou, fui em sua frente e agachei.

- Você acha que eu. Arthur irmão mais velho ciumento Aguiar, vou abandonar você? Você pode ter 80 anos e estar banguela de cadeira de rodas. Mas vai ser sempre a minha princesinha okay? 
- Você sabe que é meu papai né thur? - Ela falou chorosa, cara, eu ja disse que minha irmã é meu ponto fraco? 
- Sempre Bebel! - Baguncei seu cabelo. - Eu nunca vou te deixar okay? Eu prometo. - Ela sorriu.
- ARTHUR! - Ouvi Lua gritar, eu e Isobel a olhamos assustados. - O BEBÊ.....
- Ai meu Deus. - Levantei puxando Isobel.

...

- Cheguei! - Artur entrou na sala de esperas
- Fica com a Isobel que eu vou ir pra sala do parto okay? - Eu disse.
- Ta certo!

 Vesti as roupas próprias e entrei. Ai meu Deus eu acho que vou vomitar.

...

- Ela é linda. - Isobel disse sorrindo. 
- Puxou o irmão. - JR comentou.
- Ih. Se ilude. - Falei rindo. - Isobel vai ver a Lua.
- Ta. - Ela saiu. 
- O que você disse pra menina?
- Eu não estava com ela eu estava em casa.
- Por que cara?
- Esqueci a camisinha. 
- Fala serio.
- Dessa vez eu juro. Eu esqueci mesmo.
- Rimos disso depois. - Falei me segurando pra não gargalhar.
- É. - Olhamos Luna pelo vidro. 
- Ela tem bochechas grandes.
- Vou a chamar de ratinha. - JR disse.
- Tadinha. - Vi a enfermeira a pegar. - Vem vamos pro quarto.

...

- Por que bebês são tão estranhos? - JR perguntou.
- Claro que não. - Lua falou. - Ela é tão Fofinha.
- nós ser humanos somos estranhos. - Ele continuou.
- Por que acha isso? - só observava os dois.
- Mãe. Sai leite dos seus seios. - Eu ri e Lua me bateu.
- Vai comprar um doce vai. - Ela falou e ele saiu dando de ombros. - Para de rir.
- Okay. 
- Posso pegar ela Luh? - Isobel pediu.
- Pode. - Lua ajudou Isobel a segurar. 
- Ela é tão pequenina.
- Olha de quem saiu. - eu disse e levei um tapa. 
- Ela tem o nariz do Artur. - Isobel comentou. 
- E as bochechas da Lua. - Eu disse e levei mais um tapa. - Amor para.
- Eu sei que to gorda. Não comenta.

 Eu ri e voltei a observar a bebê, e cara. Eu seria um pai babão.

...

17 dias depois

- Amor ajuda! - Lua falava enquanto tentava fazer Luna parar de chorar.
- Ela deve estar com dor de barriga amor. Me da ela aqui. - A peguei e a deitei em meu colo de barriga pra baixo, ela se acalmou. - Viu. - Lua fez bico.
- Eu nunca aprendo. - JR entrou no quarto.
- Vou sair. - Ele disse.
- Esperai ai tenho uma coisa pra te dar. - dei Luna pra Lua e fui pra sala. Peguei minha carteira e virei pra JR.
- O que? - Ele perguntou. Estendi a camisinha e ele me olhou com cara de tédio. 
- Sem desculpas dessa vez. - sorri e ele arrancou o pacotinho da minha mão.
- Você é um péssimo pai. - Fiz joia. 
- E você um péssimo filho. Agora da um abraço. - Abri os braços.
- Cai fora Arthur. 
- Papai quer abraço. - Corri atras dele.
- Sai. - Ele ria correndo de mim.
- Vem dar abraço no papai.
- Para seu merda. - O puxei o abraçando. - Ah, nojento. - o soltei e ele foi pra saída. Antes de fechar a porta me olhou. 
- Que é?
- quando eu chegar podemos jogar video game? 
- Demoro. - Me joguei no sofá.
- Tchau Thur.
- Até mais JR! - Sorri vendo ele sair fechando a porta.

...

 Acordei com um barulho, abri os olhos e vi a poucos metros de distância uma loirinha. Ela estava agachada com o bumbum empinado, agora tinha umas gordurinhas na cintura, mas continuava linda. Sorri ouvindo ela reclamar baixo "onde esse garoto enfiou...", isso me lembrava muito aquele dia. Ela se levantou e se virou, branquinha, porem agora continha as bochechas rosadas.

- Amor? - Ela me chamou e eu olhei em seus olhos. - Tudo bem?
- Eu só queria te dizer algo que eu não pude aquele dia em que cai da cama. 
- O que?
- Sua bunda é uma delicinha. 
- Arthur! - Ela corou e eu gargalhei.
- Não tinha vergonha antes. - Ela colocou o cabelo atras da orelha. - eu achei que você era tia do JR! - Ela se sentou na beirada do sofá, eu me sentei ainda com os pés encima do mesmo. - Eu acordei com você agachada na minha frente, era impossível não reparar seu bumbum.    - Eu ri. - Quando eu ouvi ele te chamar de mãe eu cai da cama. - Foi a vez de ela rir. 
- Caiu que nem um banana. 
- Eu tinha desejado dar colo pra mãe do meu melhor amigo. Eu fiquei chocado. - Ela riu. 
- Eu estou gorda agora. - Ela entortou a boca.
- Como se eu me importasse. - Eu disse pegando a mão dela. - Eu te amo. E amo ainda mais as suas bochechas. - Ela sorriu de canto. - E eu seria um idiota se não notasse o quanto você é perfeita.
- Eu sou louca. 
- Concordo. - disse e ela riu. - E foi isso que eu mais gostei em você. 
- Eu quero que você prometa nunca me deixar.
- Nunca. Eu vou estar sempre aqui.
- Você foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu não quero te perder. - Ela me abraçou e eu sorri. Eu amava essa mulher.

...

4 anos depois.

...

- Luna vai cair princesinha. - A vi correndo pelo parque. 
- Thur? - Isobel chegou.
- Fala! - A olhei. 
- Me empurra no balanço? 
- Claro princesa. 
- Também papai. - Luna apareceu.
- Vamos la. 

 As duas correram pro balanço. Empurrei as duas, Isobel ja tinha 16 anos, porem com a chegada da Luna ela acabou não perdendo o costume de vir ao parque. Por certa parte eu gosto de saber que ela continua sendo minha princesinha. Como havia prometido. E bom... Luna era minha mais nova princesinha, e eu amava levar as duas ao parque.
 Depois de deixar Isobel em casa e dar um beijo na minha mãe, fui para a minha e de Lua, nos casamos a dois anos e resolvemos comprar uma casa nova, com quintal, para as crianças. Sim, Lua estava gravida, de novo. Chegamos la e Luna foi pro quintal brincar na casinha de brinquedos, aquela la tinha energia de sobra, subi pro segundo andar ouvindo berros.

- O que ta acontecendo? - Entrei no quarto de JR.
- Olha a bagunça desse quarto. - Lua estava nervosa. 
- Ja disse que vou arrumar.
- Não é pra deixar esse quarto bagunçado. Entende? 
- Ah mãe pelamor. - Ele se jogou na cama. 
- Eu quero esse quarto brilhando em UMA HORA. 
- Mas...
- Ajuda... - Eu falei jogando uma camiseta que estava no chão nele.
- Okay, okay! 
- E você pare de defender ele. - Ela disse.
- Não estou defendendo amor. - Ela saiu do quarto. 
- Ela irritada é uma merda. - JR se levantou. 
- Enfia tudo dentro do guarda roupa e do armário e já era. 
- Belo exemplo você em. - Fez joinha com a mão. 
- Vai logo. Eu comprei MMs e coca.

 Só dizer isso e ele terminou tudo em minutos. Nos jogamos no chão com os doces do lado e ligamos o video game.

- Sabe. - JR começou enquanto jogávamos. - Você é um bom pai.
- Serio? - Perguntei assustado com o elogio.
- É. Mas é um péssimo jogador. - Joguei MMs nele que riu.
- Vou tirar seu nescau.
- Não caiu mais nessa. - Sorri olhando pra tv. - Thur? 
- Fala JR! 
- Você gosta de mim certo? - Franzi o cenho confuso.
- Sim. 
- Nunca me mataria?
- Não. 
- Mesmo se eu te dizer que....estou namorando a Isobel? - Meus dedos travaram e meu olho foi direcionado a aquele filho de uma...boa mãe, que estava ao meu lado.
- Thur você.... 
- Corre desgramado. - Falei o mais ameaçador e ele se levantou correndo.
- MÃEE....
- DA OI PRA CINTA DO PAPAI.

 Querem uma dica? Procurem não ter amigos mais novos, você pode se apaixonar pela mãe maluca dele. Não que isso seja ruim, mas isso evitaria um amigo que virou filho e depois cunhado. Complicado eu sei... Mas você se acostuma. Eu me acostumei, e digo: Eu amo minha família, e não a trocaria por nenhum Nescau do mundo. 

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 Oi gente! A pouco tempo postei no meu grupo do wpp a minha situação. Para aqueles que não estÃo no grupo segue o texto: "Eu nunca fui daquelas que se sentem obrigada a algo. E nunca fiz algo pensando em magoar pessoas . E espero que vocês não fiquem bravas com minha decisão. Pesso desculpas por enrolar vocês, e chegar nesse ponto. 
[...] O blog era um sonho, escrever era um sonho . Mas o sonho quis acabar, não eu , eu nunca desisti. Mas ele me obrigou a isso pela primeira vez. Eu não vou dizer adeus ao blog, e não vou o excluir. Vai estar lá pra quem quiser ler. Quem sabe naqueles dias ensolarados eu consiga escrever algo e postar lá. Mais eu quero ter a consciencia limpa quando for deitar, de que ele não é mais uma obrigação [...]"

 Porem como eu disse. Não vou excluir aqui e muito menos o abandonar por completo. Estou aqui hoje para terminar essa fic, foi um pouco corrida então eu não tive la uma ideia muito boa pro o
Fim. Ta tipo novela da globo, começo otimo fim uma merda hahahaha mas espero que entendam, pois fiz isso exatamente para pelo menos existir um fim, para vocês não ficarem confusos com a historia. Bom, hoje foi sorry Brother, pretendo terminar as outras fica também. Então mantenham a calma por favor. Eu estou escrevendo pelo celular,
Por isso desculpe os erros e a formatação do texto, ta dificil mexer no computador com tanto trabalho a fazer. Espero que vocês me entendam. Até Logo....Vic. 

Cap 21 "Sorry Brother"

Capitulo 21 penúltimo capitulo

7 meses depois.

 Eu sempre achei que ser pai seria de boa, fácil e tals....mas eu não esperava por isso.

- Ahhhhh! - Lua berrava pela sala. - EU QUERO PUDIM. A MARIA QUER UM PUDIM!
- Lua... - A olhava cansado. - Come logo esse pudim.
- ESSE PUDIM É MUITO PEQUENO. EU QUERO UM PUDIM DE VERDADE! - Mulher complicada! - ISSO NÃO MATAR A VONTADE DA MARIA!
- Primeiro, fala baixo, segundo, ela não vai se chamar Maria, e nem Lua! 
- Por que o Artur pode ter seu nome mas ela não pode ter o meu? - Ela me olhou. - Seu machista. - Jogou o pudim na minha cara e foi pro quarto. 
- Mulheeer volta aqui. - Limpei o pudim com a mão ~ou tentei~ fui atras dela. 
- Não. Ela vai chamar Lua Maria.
- Amor. Olha, o Artur chama Artur por que você escolheu Artur antes de me conhecer. Agora querer colocar o nome da menina de Lua Maria, não vai ser pura coincidência. E eu e o Artur temos a diferença da falta de H no nome dele.
- Então ela vai chamar Luna Maria. A única diferencia vai ser o N.
- Você realmente quer esse nome? 
- Quero.
- Ta bom então. - Impossível discutir com o ser.
- Quero o pudim. - Fez bico.
- Você jogou ele na minha cara. - Falei.
- Vai comprar outro? - Me olhou. - Por favor. 
- Vou. - Me levantei. - Ja volto!

 Ia saindo de casa, porem um ser abre a porta primeiro que eu, tão rápido que foi direto na minha cara.

- Ai caralho. - Coloquei a mão no nariz e vi JR correndo. - Apressado. - Gritei e sai de casa indo comprar o maldito pudim.

...

- Seus pudins. - Coloquei na cama os três pudins. Lua se levantou agarrando-os.
- Vai ver se o Artur esta bem.

 Ela foi pra cozinha e eu fui pro quarto do menino, ele não estava, ouvi barulho no banheiro e entrei la, o menino estava branco do lado do vaso sanitário.

- Comeu o que? - Falei risonho. Ele me olhou com cara de morto e se curvou vomitando. Pra ententerem melhor. Artur esta namorando com a tal menina a 7 meses, e hoje diz ele que perderia a virgindade. - Cara, vai soltar seus órgãos pela boca daqui a pouco. - Ele limpou a boca com uma toalha e se sentou de novo, me sentei do outro lado do banheiro sentindo o chão gelado. - O que acontece? 
- Eu... - Me olhou. - Deixa quieto você vai rir.
- Vai cara. 
- Okay!

***

Narrado por Artur 

 Estávamos no sofá dela. Eu estava nervoso, confesso. Ela me convidou pra "conhecer" o quarto dela. Demorou um pouco pra mim raciocinar.

- Artur? - A vi balançando a mão na minha frente. - Você vem? 
- Ah, sim! - Me levantei do sofá e a segui. 

 Quando entramos no quarto dela ela já me puxou me beijando. Ela sempre foi...apressada demais. Eu estava esperando bastante por isso, estávamos já na cama e eu por cima, eu sentia que algo estava errado e estava mais nervoso do que esperava, e então ela desabotoou minha calça. E quando vi já estávamos quase la... Se não fosse por uma coisa. Eu só senti meu corpo gelar, e o enjoo vir. Pulei pra fora da cama e ela se assustou. Eu estava muito nervoso, eu não estava pronto. Eu não sabia o que dizer, então arrumei a primeira desculpa esfarrapada.

- Esqueci a camisinha!

Fim narração Artur

***

 Artur me olhava e eu segurava o riso.

- Não ou.... - Não aguentei, comecei a rir que nem um não sei o que. Cara, eu não tinha culpa de achar isso "broxoso" demais. Só parei quando vi o menino mais uma vez se pendurar no vaso, segurei sua camiseta quando vi que ele estava quase entrando dentro do vaso sanitário. 

...

- Artur o que houve? - Lua perguntou com a boca cheio de pudim. 
- Nada mãe. Me da um pouco? 
- Não, é meu e da sua irmã.
- Mãe você ta um cu. - Dei um tapa na cabeça de JR
- Olha o que você fala pra sua mãe. 
- Eu quero pudim. - JR exclamou.
- Lua da pudim pra ele.
- Não, tem pouco.
- Tem Três pudins inteiros ai Lua. - Ela olhou os pudins. 
- Um pra mim, um pra Luna, e um pra nós duas dividir. 
- custa dar um pedaço pro JR? 
- Você devia me apoiar. - Lua falou. 
- Mãe para de ser dramática. Fique com seu pudim. 
- Okay!
- ah, vou tomar banho. *Bora jogar video game depois? Comprei GTA!
- *Bora. Nossa cara você viu onde eu enfiei os meus controles? 
- Não *man.
- Da pra vocês pararem de falar gíria? - Lua falou. - vocês são parentes, pai e filho. - Eu olhei lua, depois eu e JR nos olhamos, nós gargalhamos. Tanto que caímos no chão. - Parem de rir. - Ela chutou nos dois. - Parem! - Ela se levantou chorosa. - Vocês não levam nada que eu falo a serio. - Ela ia sair.
- Ah amor volta aqui. - Falei ainda rindo, ela se virou cruzando os braços com bico. Eu engoli o riso e cutuquei JR que engoliu também.
- Por que riram?
- Isso é....Broxante amor! - Disse 
- O que é broxante? 
- Pergunta pro Artur ele entende. - Disse e levei um soco no braço, ri mais logo parei vendo a cara da Lua. - Esquece. Come seu pudim. 
- Não riam mais. - Voltou a mesa. 
- Okay. - Me levantei e JR foi pro
Quarto. Olhei Lua e quase engasguei quando vi que ela tinha acabado de comer um pudim inteiro com apenas 3 bocados. - Amor! - Me sentei em sua frente. - Come devagar. - Ela abriu o outro pudim. - Você esta com uma bochecha gostosa. - Eu disse e ela me olhou. 
- Eu estou gorda?
- Não amor. Esta Mais bochechuda. 
- isso quer dizer que eu estou...
- Esquece. - Ela pegou os pudins e se levantou.
- Vamos pro quarto.

 Ela foi pro quarto e eu a segui. Ela se sentou na cama e me olhou.

- Senta. - Me sentei. - Eu não gosto quando o Artur esconde as coisas de mim.
- Não é nada.
- É sim. Eu preciso saber o que acontece com meu filho. 
- É assunto de homem.
- Não tem essa.
- Tem amor.
- Se você não tivesse aqui, ele me contaria.
- Mas eu estou. Não se preocupa, se fosse algo grave eu juro que te contaria, mas o que aconteceu é normal, meio idiota, mas normal. 
- eu te amo sabia?
- Sabia. Eu sei que pareço ser um pirralho pra você.
- Eu não acho isso.
- Acha sim, semana passada você chegou com um carrinho de MMs pra mim. 
- Ah, mas você adora MMs.
- E quando chegou com um algodão doce com a mascara do Batman?
- Eu comprei por causa do doce.
- E aquele avião de controle remoto? 
- Pensei que ia gostar. - Eu ri.
- Amor, você prepara meu almoço e corta minha carne em pedacinhos por que tem medo de eu engasgar. 
- Mas é perigoso. 
- okay. Mas olha, eu posso parecer um bebê pra você, mas eu levo a serio as coisas, quero que confie em mim, confie em mim também pra ajudar Artur. Como você mesmo disse, agora sou o padrasto dele. E quero muito que sejamos uma família. E daqui a pouco vamos ter mais um bebê, e precisamos dar um bom lar pra ele. 
- Amor. - Lua falou com os olhos lagrimados.
- Fala linda.
- Casa comigo?

 Me senti um gay agora! Era pra mim pedir k7!

Continua...